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sábado, 21 de janeiro de 2012

Você será o Super homem. Agora Voe!


Livre-arbítrio: faculdade da vontade para se determinar; possibilidade de exercer um poder sem outro motivo que não a existência mesma desse poder.

“Faça isso!” e “faça aquilo” são frases fáceis de serem pronunciadas, já que só exigirão esforço daquele que as ouve. Na sociedade em que vivemos, há uma divisão hierárquica natural nas empresas. A relação se estabelece entre chefe e empregado: o primeiro manda e o segundo só tem a obrigação de cumprir a ordem dada. Acontece que esse tipo de relação não ocorre somente em empresas, mas também na vida social. E muitas pessoas acabam perdendo o seu poder de escolha com isso.

Há três tipos de ouvinte: aqueles que refletem sobre a ordem, analisando os meios de a cumprirem e suas consequências, tomando parte da responsabilidade para si; aqueles que apenas cumprem o que lhes foi dito, sem ligarem para qualquer outra coisa a não ser o resultado; e aqueles que não pensam na ordem, no resultado nem no porquê de a obedecerem: apenas seguem o fluxo. Tanto o segundo como o último podem ser facilmente influenciados: o segundo por ser uma máquina desenfreada, já que não toma a responsabilidade de seus atos para si, precisando apenas de uma recompensa no final para que o faça. O último por não exercer sua capacidade de discernimento.

Mas e quando não há quem mande? Quando a escolha for individual e for preciso tomar uma decisão por si mesmo? Ambos teriam a chance de começar a pensar. Mas também poderiam ficar perdidos e parados, sem fazer coisa alguma. Ficariam como uma estátua, esperando alguém vir para mandar, já que ele próprio não sabe tomar uma decisão. E é aí que a vida passa… A pessoa tem liberdade para tomar a decisão, mas não a toma. Alguém que possui a liberdade, mas não sabe utilizá-la? Realmente chegamos a tal ponto de não aproveitar a chance de escolha? Sim, por medo. E pelo simples fato de não praticarmos a indagação, não temos condições de escolher. Esse desinteresse foi criado aos poucos, a cada ordem cumprida sem ser questionada, a cada “tanto faz”.

Um exemplo disso é a escolha da faculdade. Jovens que acabam de sair do colegial já precisam saber a profissão que exercerão por toda a vida. Será que pensam no motivo de trabalharem, na sua utilidade como profissional ou como irão contribuir ou não para a sociedade? Será que o jovem chegou a pensar no motivo de ter passado todo esse tempo na escola, estudando? Ou será que essa escolha é simplesmente feita por fazer, pois foi estabelecido que naquele período de sua vida era preciso prestar vestibular? Simplesmente porque todo mundo faz nessa época?

Receber ordens, cumprir ordens, fazer a roda girar. Que tal parar e pensar: por que, para quê, como? Não adianta temer. É preciso que se entenda que, não importa quem faz a escolha, ela terá consequências para quem a praticou, quem mandou e outros a sua volta. Já que você será afetado, porque você mesmo não decide a melhor opção? É melhor tomar responsabilidades, mas mesmo assim ter controle do volante que conduz sua vida. Pode parecer clichê, mas afinal, quem a vive é você.

Mobilização em redes virtuais

Hoje em dia, as redes sociais estão cada vez mais influentes nas nossas vidas. Através da mídia, as pessoas conseguem fazer com que várias outras participem de manifestações. Pequenas coisas, quando colocadas em alguma rede social, geram uma mobilização absurda da população. Em fevereiro desse ano, alunos do colégio Marista Arquidiocesano resolveram usar o Twitter criando a hashtag #abaixocalu, para que diminuíssem os preços da Cantina Calu (terceirizada pelo colégio). Essa ideia não está ligada apenas a esse tipo de tema, mas com assuntos gerais também, como, por exemplo, a política.

Em julho de 2009, os usuários do microblog organizaram o “Fora Sarney”, protesto que insistia na saída do presidente do Senado, José Sarney, por suspeita de tráfico de influência, ocultação de informações à Justiça Eleitoral, responsabilidade por atos secretos, além de supostas irregularidades na Fundação José Sarney, envolvida em denúncias de irregularidades com a Petrobras. O movimento contou com mais de sete mil seguidores no Twitter, entre elas pessoas bastante conhecidas na mídia como o apresentador de TV Luciano Huck, a cantora Sandy, o ator Bruno Gagliasso e o comediante Rafinha Bastos. As passeatas acabaram acontecendo em Porto Alegre, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Além de mobilizações, algumas redes sociais acabam juntando pessoas até mesmo de um jeito interativo para apoiar vítimas de grandes desastres. Quando houve o terremoto no Haiti, no começo do ano de 2010, para arrecadar dinheiro, a Zynga, criadora de aplicativos para o Facebook, decidiu realizar tal ação através de seus jogos como Farmville, Cafe World e Cityville. Porém, foi verificado que a Fatem (Foundation for the Technological and Economic Advancement of Mirebalais), uma instituição que ajuda os atingidos por tal desastre, recebeu somente US$ 192 mil da Zynga.

Como as pessoas estão ficando cada vez mais ligadas às redes sociais e com o avanço da tecnologia, a tendência é que cada vez mais essas manifestações sejam organizadas assim em razão da sua facilidade e rapidez de comunicação.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Um legado, uma lição de vida! Aliás, 28 lições de vida!

“Nessas últimas semanas, depois de saber de meu diagnóstico terminal, procurei encontrar em minha alma e em meu coração maneiras de estar em contato com vocês enquanto vocês crescem.

Estive pensando sobre o que realmente importa na vida, e os valores e as aspirações que fazem das pessoas felizes e bem-sucedidas. Na minha opinião, e vocês provavelmente têm suas próprias ideias agora, a fórmula é bem simples.

As três virtudes mais importantes são: lealdade, integridade e coragem moral. Se aspirarem a elas, seus amigos os respeitarão, seus empregadores o manterão no emprego, e seu pai será muito orgulhoso de vocês.

Estou dando conselhos a vocês. Esses são os princípios sobre o quais tentei construir a minha vida e são exatamente os que eu encorajaria vocês a abraçar, se eu pudesse.

Amo muito vocês. Não se esqueçam disso.

Seja cortês, pontual, sempre diga “por favor” e “obrigado”, e tenha certeza de usar o garfo e a faca de maneira correta. Os outros decidem como tratá-los de acordo com as suas maneiras.

Seja generoso, atencioso e tenha compaixão quando os outros enfrentarem dificuldades, mesmo que você tenha seus próprios problemas. Os outros vão admirar sua abnegação e vão ajudá-lo.

Mostre coragem moral. Faça o que é certo, mesmo que isso o torne impopular. Sempre achei importante ser capaz de me olhar no espelho toda manhã, ao fazer a barba, e não sentir nenhuma culpa ou remorso. Parto deste mundo com a consciência limpa.

Mostre humildade. Tenha a sua opinião, mas pare para refletir no que o outro lado está dizendo, e volte atrás quando souber estar errado. Nunca se preocupe em perder a personalidade. Isso só acontece quando se é cabeça-dura.

Aprenda com seus erros. Você vai cometer muitos, então os use como uma ferramenta de aprendizado. Se você continuar cometendo o mesmo erro ou se meter em problema, está fazendo algo errado.

Evite rebaixar alguém para outra pessoa; isso só vai fazer você ser visto como mau. Se você tiver um problema com alguém, diga a ela pessoalmente. Suspenda fogo! Se alguém importuná-lo, não reaja imediatamente. Uma vez que você disse alguma coisa, não pode mais retirá-la, e a maioria das pessoas merece uma segunda chance.

Divirta-se. Se isso envolve assumir riscos, assuma-os. Se for pego, coloque suas mãos para cima.

Doe para a caridade e ajude os menos afortunados que você: é fácil e muito recompensador.

Sempre olhe para o lado bom! O copo está meio cheio, nunca meio vazio. Toda adversidade tem um lado bom, se você procurar.

Faça seu instinto pensar sempre sempre em dizer ‘sim’. Procure razões para fazer algo, não as razões para dizer ‘não’. Seus amigos vão gostar de você por isso.

Seja gentil: você conseguirá mais do que você quer se der ao outro o que ele deseja. Comprometer-se pode ser bom.

Sempre aceite convites para festas. Você pode não querer ir, mas eles querem que você vá. Mostre a eles cortesia e respeito.

Nunca abandone um amigo. Eu enterraria cadáveres por meus amigos, se eles me pedissem… por isso eu os escolhi tão cuidadosamente.

Sempre dê gorjeta por um bom serviço. Isso mostra respeito. Mas nunca recompense um mau serviço. Um serviço ruim é um insulto.

Sempre trate aqueles que conhecer como seu igual, estejam eles acima ou abaixo de seu estágio na vida. Para aqueles acima de você, mostre deferência, mas não seja um puxa-saco.

Sempre respeite a idade, porque idade é igual a sabedoria.

Esteja preparado para colocar os interesses de seu irmão à frente dos seus.

Orgulhe-se de quem você é e de onde você veio, mas abra a sua mente para outras culturas e línguas. Quando começar a viajar (como espero que faça), você aprenderá que seu lugar no mundo é, ao mesmo tempo, vital e insignificante. Não cresça mais que os seus calções.

Seja ambicioso, mas não apenas ambicioso. Prepare-se para amparar suas ambições em treinamento e trabalho duro.

Viva o dia ao máximo: faça algo que o faça sorrir ou gargalhar, e evite a procrastinação.

Dê o seu melhor na escola. Alguns professores se esquecem de que os alunos precisam de incentivos. Então, se o seu professor não o incentivar, incentive a si mesmo.

Sempre compre aquilo que você pode pagar. Nunca poupe em hotéis, roupas, sapatos, maquiagem ou joias. Mas sempre procurem um bom negócio. Você recebe por aquilo que paga.

Nunca desista! Meus dois pequenos soldados não têm pai, mas não corajosos, têm um coração grande, estão em forma e são fortes. Vocês também são amados por uma família e amigos generosos. Vocês fazem o seu próprio destino, meus filhos, então lutem por ele.

Nunca sinta pena de si mesmo, ou pelo menos não sinta por muito tempo. Chorar não melhora as coisas.

Cuide de seu corpo que ele vai cuidar de você.

Aprenda um idioma, ou pelo menos tente. Nunca comece uma conversa com um estrangeiro sem primeiro cumprimentá-la em sua língua materna; mas pergunte se ela fala inglês!

E, por fim, tenha carinho por sua mãe, e cuide muito bem dela.

Amo vocês com todo meu coração,

Papai


Este texto foi escrito por Paul Flanagan, professor, pai das crianças com quem aparece na foto, quando descobriu que tinha poucos meses de vida. Um exemplo como pai, como ser humano, que preocupou-se com a educação, a vida em si de seus filhos, mesmo sabendo que estava em estado terminal. O professor deixou também cartas e mensagens registradas em DVD's, juntamente com livros que gostaria que os filhos lessem, assim como presentes para cada ano de vida que os mesmos completassem.

Paul morreu em novembro de 2009, sendo que a carta fora entregue somente no mês passado aos filhos, segundo o site britânico Daily Mail.

Nota FORA DO SCRIPT: Thomas e Lucy com toda certeza do mundo têm muito orgulho do exemplo de pai que tiveram e farão jus às suas palavras. E NÓS APRENDEMOS.






segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Marthin Luther King, Jr.

"Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados pelo caráter e não pela cor da pele". - Marthin Luther King

Martin Luther King Jr. era filho e neto de pastores protestantes batistas. Fez seus primeiros estudos em escolas públicas segregadas e graduou-se no prestigioso Morehouse College, em 1948.
Formou-se em teologia pelo Seminário Teológico Crozer e, em 1955, concluiu o doutorado em filosofia pela Universidade de Boston. Lá conheceu sua futura esposa, Coretta Scott, com quem teve quatro filhos.

Em 1954 Martin Luther King iniciou suas atividades como pastor em Montgomery, capital do estado do Alabama. Envolvendo-se no incidente em que Rosa Park se recusou a ceder seu lugar para um branco num ônibus, King liderou um forte boicote contra a segregação racial. O movimento durou quase um ano, King chegou a ser preso, mas ao final a Suprema Corte decidiu pelo fim da segregação racial nos transportes públicos.

Em 1957 tornou-se presidente da Conferência da Liderança Cristã do Sul, intensificando sua atuação como defensor dos direitos civis por vias pacíficas, tendo como referência o líder indiano Mahatma Gandhi.

Em 1959, King voltou para Atlanta para se tornar vice-pastor na igreja de seu pai. Nos anos seguintes participou de inúmeros protestos, marchas e passeatas, sempre lutando pelas liberdades civis dos negros.


Os eventos mais importantes aconteceram nas cidades de Birmingham, no Alabama, St. Augustine, na Flórida, e Selma, também no Alabama. Luther King foi preso e torturado diversas vezes, e sua casa chegou a ser atacada por bombas.
Em 1963 Martin Luther King conseguiu que mais de 200.000 pessoas marchassem pelo fim da segregação racial em Washington. Nesta ocasião proferiu seu discurso mais conhecido, "Eu Tenho um Sonho". Dessas manifestações nasceram a lei dos Direitos Civis, de 1964, e a lei dos Direitos de Voto, de 1965.
Em 1964, Martin Luther King recebeu o Prêmio Nobel da Paz. No início de 1967, King uniu-se aos movimentos contra a Guerra do Vietnã. Em abril de 1968, foi assassinado a tiros por um opositor, num hotel na cidade de Memphis, onde estava em apoio a uma greve de coletores de lixo.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Mohandas Karamchand Gandhi

Mahatma significa: "A Grande Alma"

Perguntaram numa ocasião a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem o ser humano, ele respondeu assim:

"A política sem Princípios, o Prazer sem responsabilidade, a Riqueza sem Trabalho, a Sabedoria sem Caráter, os Negócios sem Moral, a Ciência sem Humanidade e a Oração sem Caridade".

Em 2 de Outubro de 1869, nascia Mohandas Karamchand Gandhi, em Kathiawar, estado de Porbunder, na Índia, líder pacifista da humanidade e principal personalidade da independência desse país. Mais novo dos três filhos de Karamchand Gandhi (Kaba Gandhi) e sua esposa Putlibai. Kaba Gandhi foi primeiro ministro nos estados de Porbunder, Rajkot e Vankaner.
Em 1883, com apenas treze anos, contraiu matrimônio com a Sra. Kasturbai Makanji, que também contava com treze anos a época.
Formou-se em direito em Londres e em 1891, voltou para a Índia a fim de praticar a advocacia. Dois anos depois, vai para a África do Sul, também colônia britânica, onde inicia o movimento pacifista, lutando pelos direitos dos Hindus.
Volta à Índia em 1914 e difunde seu movimento, cujo método principal é a resistência passiva. Nega colaboração com o domínio britânico e prega a não violência como forma de luta. No mesmo ano funda o Congresso Nacional Indiano para lutar pela independência. Durante a Primeira Guerra Mundial interrompe as suas atividades políticas, mas em 1920, ao verificar que a Grã-Bretanha se nega a qualquer tipo de reforma, elabora um programa que preconiza a luta não violenta, a desobediência civil e o boicote aos produtos britânicos. Graças a este programa, o independentismo recupera enorme força. Encarcerado em 1922, é libertado dois anos depois mercê da enorme pressão popular e internacional. Até 1940 Gandhi está confrontado com a política colonialista da Grã-Bretanha, é encarcerado várias vezes e protagoniza diversas greves de fome.
Ao rebentar a Segunda Guerra Mundial os indianos voltam a apoiar a Grã-Bretanha; Gandhi, em desacordo e ao ver contrariados os seus princípios pacifistas, abandona a presidência do Conselho Nacional Indiano. Após a contenda, e em grande parte por causa da infatigável atividade pública e política de Gandhi, a Índia ascende à independência (1947).



A divisão da Índia entre hindus e muçulmanos


Gandhi teve grande influência entre as comunidades Hindu e muçulmana da Índia. Costuma-se dizer que ele terminava rixas comunais apenas com sua presença. Gandhi posicionou-se veementemente contra qualquer plano que dividisse a Índia em dois estados, o que efetivamente aconteceu, criando a Índia - predominantemente hindu - e o Paquistão - predominantemente muçulmano.

No dia da transferência de poder, Gandhi não celebrou a independência com o restante da Índia, mas ao contrário, lamentou sozinho a partilha do país em Calcutá.

Gandhi havia iniciado um jejum no dia 13 de janeiro de 1948 em protesto contra as violências cometidas por indianos e paquistaneses. No dia 20 daquele mês, ele sofreu um atentado: uma bomba foi lançada em sua direção, mas ninguém ficou ferido.

Entretanto, no dia 30 de janeiro de 1948, Gandhi foi assassinado a tiros, em Nova Déli, por Nathuram Godse, um hindu radical que responsabilizava Gandhi pelo enfraquecimento do novo governo ao insistir no pagamento de certas dívidas ao Paquistão. Godse foi depois julgado, condenado e enforcado, a despeito do último pedido de Gandhi que foi justamente a não-punição de seu assassino.

O corpo do Mahatma foi cremado e suas cinzas foram jogadas no rio Ganges.

É significativo sobre a longa busca de Gandhi por seu deus o fato de suas últimas palavras serem um mantra popular na concepção hindu de um deus conhecido como Rama: "Hai Ram!" Este mantra é visto como um sinal de inspiração tanto para o espírito quanto para o idealismo político, relacionado a uma possibilidade de paz na unificação.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Charles Spencer Chaplin

"Se tivesse acreditado nas minhas brincadeiras de dizer verdade, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço, mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria." - Charles Chaplin


Nasceu no dia 16 de abril de 1889, em um subúrbio de Londres. Sua mãe, Lili Harley era atriz de comédia. Seu pai, também artista do music-hall, abandonou a família quando Charles ainda era pequeno. Um grave problema de laringite acabou com a carreira da jovem Harley, obrigando Chaplin a debutar artisticamente com apenas cinco anos de idade.

O teatro, muito frequentado por soldados não era propriamente um local seletivo, mas foi onde o pequeno Chaplin pôde demonstrar pela primeira vez o seu grande talento para a interpretação.

Os primeiros anos da vida de Chaplin se passaram em orfanatos e foi neles onde Chaplin encontrou todos os elementos que utilizaria mais tarde nos roteiros dos filmes que dirigiu e interpretou. Essa primeira etapa da sua vida não tinha o humor nem a ironia com a qual o cineasta sensibilizou o público do mundo inteiro. Felizmente, Chaplin acabou construindo a sua vida com a única coisa positiva que herdara de sua família: a paixão pelo teatro.

O adolescente Chaplin conseguiu um lugar na companhia do acrobata Fred Karno, apresentado por seu irmão Sidney. Karno, que fazia sucesso com espetáculos de mímica, chegou a ter cinco companhias, apresentando-se em todas simultaneamente. Chaplin rapidamente superou o artista Harry Weldon, com quem dividia o número e em 1909 teve sua primeira temporada em Paris.

Chegando em Paris conheceu a cidade onde os irmãos Lumiére, George Méliés e Max Linder fizeram nascer a magia do cinematógrafo. Anos mais tarde, Max Linder diria: “ Chaplin teve a gentileza de me confessar que os meus filmes o levaram a fazer seus próprios filmes. Chamou-me de mestre, mas fui eu que tive o prazer de aprender com ele”. Naquela época o mundo das imagens animadas ainda lutava para conseguir uma linguagem própria e um reconhecimento social

Depois de outra turnê pelo norte da Inglaterra, Karno ascendeu Chaplin a primeiro ator das representações que a companhia faria nos EUA, em 1910. Toronto e Nova Iorque foram as primeiras paradas desta turnê, antes de prosseguir para o oeste. A Broadway não assimilou o humor inglês, mas Chaplin chamou a atenção de alguns jornais e de um jovem espectador, que nessa época trabalhava para o cinema; era Mack Sennett, que voltaria a encontrar Chaplin dois anos mais tarde, em nova turnê pelos EUA.

Enquanto estava na Filadélfia, em 1913, Chaplin recebeu um telegrama pedindo-lhe que fosse até um escritório no centro da Broadway. Ali funcionava a sede da Keystone Comedy Film Company, onde lhe ofereceram um salário de 150 dólares para que fizesse três filmes por semana. Depois de algumas negociações, Chaplin Acabou aceitando o trabalho e ao chegar em Los Angeles, reencontrou Mack Sennett, que seria seu novo chefe.


No início Chaplin teve que adaptar-se ao estilo de Sennet, com perseguições policiais e exibições de insinuantes banhistas. O seu primeiro filme, estreado em fevereiro de 1914, mostrava as aventuras de um personagem cômico na redação de um jornal. Em seu segundo filme, Corrida de automóveis para meninos (1914), criou um personagem que logo seria identificado pelo público. Sennett pediu-lhe que se vestisse de maneira engraçada. “Pensei que poderia usar umas calças muito grandes e uns sapatos enormes, além de uma bengala e um chapéu coco. Queria que tudo fosse contraditório: as calças folgadas, o paletó apertado, o chapéu pequeno e os sapatos enormes. Não sabia se deveria parecer velho ou jovem, mas quando me lembrei que Sennett tinha pensado que eu era bem mais velho, coloquei um bigodinho que me daria alguns anos sem sem esconder a minha expressão”. Assim nasceu o famoso “Tramp” (que os povos dos países de idioma espanhol passaram a chamar de “Carlitos”).

O sucesso de Chaplin foi consolidado pelo contrato com a Mutual em 1916. Em troca de 10.000 dólares semanais e de uma bonificação inicial de 150.00 dólares, Chaplin comprometeu-se a entregar doze curtas-metragens de duas bobinas, dentre as quais estão algumas das suas primeiras obras-primas: “No Armazém” (1916), “Rua da Paz” (1917), “O Emigrante” (1917). A produtora colocou um novo estúdio à sua disposição, o Lone Star, e o cineasta pôde trabalhar com liberdade, rodeado por uma equipe de fiéis colaboradores como os atores Eric Campbell, Henry Bergman, Albert Austin e Edna Purviance.

A respeito de seu envolvimento com Edna Purviance, o próprio Chaplin reconheceu na sua autobiografia: “Como Balzac, que achava que uma noite dedicada ao sexo significava a perda de uma página de algum dos seus romances, eu também achava que seria perder um ótimo dia de trabalho nos estúdios”.

O Cineasta viveu o suficiente para receber vários prêmios. Em 1971, a Academia de Hollywood quis restaurar a sua reputação nos EUA com um Oscar especial pela incalculável contribuição à arte do século: o cinema. Um ano mais tarde recebeu outro Oscar com um sabor especial, o de melhor trilha sonora pelo filme Luzes da Ribalta, que por não ter estreado em Los Angeles pôde ser candidato ao Oscar vinte anos depois. Nessa ocasião Chaplin decidiu voltar aos EUA e pisou num palco pela última vez, sendo aplaudido durante muitos minutos. Três anos mais tarde, a rainha da Inglaterra o nomeou cavaleiro do Império Britânico. Em 1977, na fria madrugada de 25 de dezembro, o cineasta deu seu último suspiro, aos oitenta e oito anos e de idade. Morria o gênio de infância triste que com os seus filmes, fez com que milhares de espectadores do mundo inteiro rissem e chorassem...

domingo, 20 de novembro de 2011

O Desafio de Ser Referência

Ser exemplo para outras pessoas é mostrar que se pode mudar. Quantas vezes ficamos horas e horas dando conselhos, sejam eles amorosos, sobre o que fazer, o que não fazer, aonde ir, aonde não ir, e de imediato nos falam: “ É fácil falar, o difícil é fazer.”

Muitas vezes, queremos mostrar autoridade, impondo regras e limites nas pessoas, sendo que nós mesmos não o fazemos. Muitas vezes, deixamos que nossas ações, falem mais alto do que nossas palavras, porque convenhamos que é muito mais fácil você falar, delegar, do que propriamente fazer o que está sendo dito.

Desde pequenos somos estimulados a dar exemplo, quando fazemos algo de errado e nosso irmão mais novo quer fazer igual, logo nossas mães vêm com aquela velha frase: “Você é o mais velho, tem que dar exemplo.” De cara não é muito bom ouvir aquilo, mas quando o tempo passa vemos que apesar daquela frase ser praxe na vida de um adolescente, faz realmente algum sentido, pois reclamos do que os outros fazem sempre, até nos tempos de hoje, e fazemos o mesmo, quando não pior.

Em todas as ocasiões de nossas vidas, precisamos ser exemplo, seja quando pai, quando chefe, como amigo, como aluno, como irmão, como líder de um determinado projeto e afins.

Como ensinar uma criança que conservante faz mal se os pais não deixam de comprar bolachas e refrigerantes?

Imaginemos que hoje somos chefes de uma empresa X, se pedirmos a nossos colaboradores uma conduta qualquer, por mais óbvio que pareça, todos esperam que você haja da mesma forma. Assim como eles têm um determinado horário para chegar, o seu papel como exemplo seria estar lá antes deles.

Ser uma pessoa exemplar na escola exige uma rotina de estudo tanto na escola quanto em casa, a pessoa se esforça e gasta tempo para compreender melhor o assunto estudado. Para se alcançar qualquer objetivo de vida, o seu esforço se faz necessário, em contrapartida o resultado será não apenas seu sucesso como pessoa, mas também será julgado como um exemplo a ser seguido por outras pessoas.

Sempre que uma pessoa deseja ser exemplo ela precisa trabalhar de alguma forma para que seu objetivo seja destacado das demais pessoas, é preciso ter uma rotina que nos permite exercitar nosso lado a ser destacado. Para ser diferente e exemplo é preciso primeiramente mudar.

Sendo assim, a partir do momento que damos conselhos, e não o seguimos, perdemos a referência, se estamos expondo uma ideia, é porque acreditamos nela, logo, devemos seguir o mesmo caminho, mostrando que aquilo é realmente o certo a fazer, buscando ser sempre EXEMPLO de que vale a pena seguir, ouvir o que está sendo dito.

Bate-Pronto (Sátiras e Tirinhas)

Charge sobre Política











Internet



Joãozinho na escola ... CLÁSSICO




Muito Verdade



Dr Pappers




sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Leitura, Curiosidade e Vontade de criar.

Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), cada brasileiro lê pouco mais de dois livros por ano. Na Inglaterra, que tem um dos melhores sistemas de ensino do mundo, a média chega a cinco livros anuais.

A pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", publicada pelo Instituto Pró-Livro em 2009, indica que, 55% dos entrevistados que não lêem nunca viram os pais lendo e 86% nunca foram presenteados com livros na infância.

Você já parou para pensar qual a importância da leitura na vida de uma pessoa?

A leitura nos ajuda a entender o mundo, e inclusive a nós mesmos, nos ajuda no desenvolvimento profissional e pessoal, além de aumentar nossa capacidade de comunicação. Quem já ficou triste ou feliz ao final de um romance, sabe o poder que um bom livro tem.

Ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor. Porém, quando a leitura é tratada como obrigação, torna-se desagradável. “O verbo LER não suporta o imperativo.” – Afirma Daniel Pennac (autor francês). A partir desta linha, conseguimos analisar a leitura de uma forma mais crítica.

A criatividade é fruto da leitura, pois soltamos a imaginação, viajamos, criamos lugares, personagens, histórias. Ela precisa ser estimulada desde cedo!

Particularmente, uma das primeiras coisas que irei apresentar para meus filhos será o livro, e mostra-lhes como é gostoso “viajar” no mundo da leitura. Entretanto, o leitor tem que ter alguns direitos, como o de escolher o que ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Baseando-se nestes direitos, o leitor passa a respeitar e valorizar a leitura, criando-se assim, um vínculo, a leitura atrai o leitor, numa relação de amor, da qual ele não deseja desprender-se. E essa relação pode ser disseminada logo cedo, quando criança.

De acordo com a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) dos EUA, para cada criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros, equivale a 50 dólares a mais na sua futura renda.

Mesmo que não tenhamos o hábito da leitura, não é necessário que nossos filhos sigam este mau exemplo. Além de a criança crescer com o hábito da leitura, o vínculo familiar se estreita, risadas soltas no ar, emoções, enfim, uma experiência compartilhada com ela. Dê exemplo e comece a substituir alguns momentos em frente à TV pela leitura. As pesquisas mostram que quem começa a ler cedo tem mais chances de tornar-se um leitor assíduo.

Nos Estados Unidos, são muitas as campanhas pró-leitura. Uma delas, da Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation, www.readingfoundation.org), que reúne instituições voltadas à disseminação da leitura, tem um slogan que diz muito em poucas palavras: "Leia com uma criança. São os 20 minutos mais importantes de seu dia". Ou seja, não é preciso ler por muito tempo, mas é importante inserir a leitura na rotina da criança e da família.

Para compreender uma leitura, é necessário termos um prévio conhecimento de mundo, e para explicar isso, Leonardo Boff explica - “Cada um lê com os olhos que tem. E interpretam onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo.

Nós temos um material infinito de informação e cultura nas mãos, e por preguiça e falta de interesse, deixamos de lado, isso já virou questão social. É preciso de LEITURA, CRIATIVIDADE e VONTADE DE CRIAR e de PRODUZIR COISAS NOVAS.

“[...] a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele”. - Paulo Freire

Por fim, a leitura é de suma importância para o aprendizado, pois leva ao leitor ao conhecimento científico e o mais importante: o conhecimento do mundo, o qual refletirá em novos conhecimentos. Ajuda o leitor a aumentar seu vocabulário e suas expressões, o envolvendo com suas ideias, as quais lhe darão enfoques abrangentes para o conhecimento cultural do qual depende o seu progresso na vida.
A leitura é um dos tópicos mais focados para formar a cabeça de uma pessoa, ela faz com que construamos e aprendamos a exercer cidadania desde cedo. Permite também o exercício da fantasia e leva quem lê a construir um mundo imaginário, onde pode exercer sua reflexão crítica e promove o debate de ideias... Demonstra também que o ato de ler deve ir além da leitura das letras, de palavras; levando o indivíduo à leitura de mundo, do contexto cultural onde ele vive possibilitando assim o desenvolvimento do senso crítico.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O Que é Felicidade?


Qual o real significado de felicidade? O que é ser feliz para você?
Quantas vezes em nossas vidas nos deparamos com essas perguntas, meio que sem respostas de imediato... O que responderiam caso eu fizesse esta pergunta agora? Fica aí o desafio!
Eu responderia com uma frase que li em algum lugar: "A felicidade é o dom de se julgar feliz."
O conceito de felicidade já não é mais o mesmo, como há tempo atrás...
Hoje, ser feliz é limitado a ter um emprego que te dê satisfação e prazer, e que principalmente, te renda lucros, uma vida que te proporcione viagens, carros luxuosos, casas em diversos lugares, roupas de diversas marcas, etc., mas será mesmo que é realmente só isso que importa? Não contradigo ninguém que adota esta filosofia de vida, pois vivemos neste "mundo", onde precisamos seguir alguns padrões, se não seremos deixados para trás, mas devíamos abrir a mente para o mundo que está a nossa volta, reavaliar valores que foram extintos, esquecidos, e botá-los em prática novamente.
Um dia desses perguntei à uma pessoa excepcionalmente importante em minha vida o que era felicidade para ela. Em simples palavras, ela respondeu: "A felicidade é feita de momentos, não existe felicidade em plenitude, mas onde eu encontro a minha felicidade, é em ajudar os outros."
Sabe aquela luz no fim do túnel? Foi ali que eu vi, que ainda existem pessoas realmente felizes, que trás aquela essência de felicidade que falta nas pessoas, no ser humano consumista de hoje em dia. Claramente que não quero que ninguém morra de fome, mas queria que ao menos não tratassem como prioridade, coisas que não devem ser tratadas como tal. O que realmente importa é ser feliz de sua maneira, com as pessoas que se sente bem, aquelas verdadeiras, que desde sempre estão lá com você, te amando da maneira que você é, não pelo que você tem, compartilhando coisas "tolas" aos olhos de muitos ignorantes, aquelas que poderiam passar mil anos sem te ver, que te amaria da mesma forma. Creio que nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros. A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira dar. Já pensou em alguma vez o quanto seu sorriso é importante para alguém? É essa essência que mencionei anteriormente. Dá pra sentir a diferença entre os dois mundos? Vou contar uma breve história para ficar mais claro...
Um homem muito rico, viajou para uma ilha, onde tinha riachos de água cristalina, cachoeiras, árvores e muito peixe. Caminhando pela ilha, encontrou um caboclo numa rede, admirando aquele imenso mar. Puxou conversa com o mesmo, e mencionou quão era lindo tudo aquilo. Então pergunta:
- Há muitos peixes neste mar?
O caboclo prontamente respondeu, dizendo:
- É só jogar a rede que pesco quantos quiser.
- Por que não pesca muitos peixes?
- Ora, para que? - diz o caboclo.
- Para vender, você pega um montão de peixes e vende!
- Para que?
- Com o dinheiro você compra mais um barco, pega mais peixe e ganha mais dinheiro.
- Para que?
- Você vai juntando, cada vez mais dinheiro, compra cada vez mais barcos, até chegar um dia em que você terá uma indústria de pesca.
- Para que?
- Ora, meu homem, você então será um homem poderoso, um homem rico, terá tudo que quiser, tudo o que sonhar, poderá comprar um iate como o meu, poderá comprar uma ilha como esta e então ficar o resto da vida descansando, sem preocupações...
O caboclo serenamente respondeu:
- E o que estou fazendo agora?





Percebemos que tudo aquilo que o homem rico dissera, o caboclo já tinha ali, ele tinha tudo o que queria, o que sonhava, e estava descansando sem preocupações. Ele era feliz com aquele pouco que tinha, não precisava de ostentações como o homem rico, aquele homem moldado a ligar felicidade com dinheiro, que na maioria das vezes, não é tudo.
A imagem acima ilustra bem o que queremos dizer, pois estes são os verdadeiros rótulos dados pela sociedade para estes tipos de pessoa, mas quem é realmente feliz? Você é feliz?



Música para ouvir enquanto se lê: Felicidade (Marcelo Jeneci)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Erros Bizarros de Photoshop

Com a correria do dia-a-dia, editores e publicitários acabam se deparando com ocasiões não muito 'amigáveis', pena que às vezes já seja tarde.
O Photoshop, poderoso editor de imagens, passa de um amigo, para inimigo, tanto para quem o utiliza, quanto para o beneficiado, em questão de um clique, coisas que passam despercebidas, as vezes com consequências desastrosas. Listamos alguns destes recortes, alterações bizarras e elementos estranhos que acontecem em nosso cotidiano.


  • São poucas as ocasiões em que a opção restante, é remover a cabeça de alguém da foto. Será que há alguma justificativa na foto a seguir? Será que a cabeça do jogador sentado estava atrapalhando, a tal ponto a ser removida da foto?



  • Falta de atenção? Preguiça de tirar a 'mãozinha a mais ' no encaracolado dos cabelos loiros da modelo? Falando nisso, da onde veio essa mão?


  • Realmente o time não devia estar muito bem não é? A Torcida não devia estar comparecendo como de costume... Então porque não triplicá-la de maneira inteligente?



  • A cintura mais fina do México! Um erro grosseiro de edição, na tentativa de afinar a cinturinha da modelo. Convenhamos que ela não precisava disto não é mesmo?



  • Usar o Photoshop para dar um brilho a mais nos olhos, uma realçada, é uma tática antiga, desde que se faça da maneira correta. O problema é quando se erra na mão, o resultado fica bem visível:


  • Qual a utilidade desta montagem? Como entender o fato da garota propaganda deste cereal ter a barriga branca nesta foto?

  • Preguiça de se modificar a imagem original por completo? Confusão entre 8 e 4? Não sei, mas o reflexo mostra a verdadeira face desse cartão de memória.





O tema é infinito graças a habilidade de alguns editores de imagem em cometerem esse tipo de erro, aguardem mais listas como essa aqui no FORA DO SCRIPT.



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